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Atendimento médico de excelência e personalizado, primando pela atenção global à saúde do paciente e focando na prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias. Nosso paciente dispõe de consultas detalhadas, além de suporte por telefone ou e-mail, visando um acompanhamento mais, individualizado.


TEMAS EM INFECTOLOGIA
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E se você tivesse um médico para chamar de seu?

Parece brincadeira, mas hoje em dia o cuidado com a saúde está cada vez mais fragmentado, um médico te atende no consultório, outro na emergência e mais um durante a internação.

E se você pudesse ter um médico que, além de te atender no consultório, fosse o responsável pelo seu cuidado nos atendimento de emergência e durante internações? É esse tipo de cuidado que proponho para meus pacientes! Se quiser saber como funciona, marque uma consulta será um prazer ser o seu médico.


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A prioridade é o paciente. As decisões são embasadas na melhor evidência científica e realidade local, para o melhor atendimento, com menor custo, além de agilidade na interação com o profissional e o foco no resultado. Disponibilizamos para as instituições de saúde as melhores práticas em prevenção e tratamento de infecções.


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Há algumas semanas saiu um relato de caso na plataforma científica “Lancet” sobre um paciente infectado por um

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Quanto maior a adesão, maior a eficácia

O PrEP é altamente eficaz quando utilizado de forma

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O que é PrEP HIV?
A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV é um novo método de prevenção à infecção pelo HIV....

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Setor Hospitalar Sul 716, conjunto A, sala 603 e 605 - OHB, Brasília Clínica Atos Saúde Integrada


Tel: (61) 4042-7188


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RT: Leandro Correa Machado CRM-DF: 18903

Médico Assistente

Consultorias e Consulta Domiciliar
(61) 99934-4322
Email de contato: contato@drleandromachado.com.br

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Check Up Periódico

Mesmo não tendo nenhum sintoma ou qualquer outro tipo de problema, o check-up periódico se faz necessário para não ter nenhum problema no futuro.

O check up deve ser feito com regularidade para detectar e tratar doenças de forma preventiva. O infectologista é uma excelente referência profissional quando o assunto é a avaliação médica geral do paciente por meio do check up de rotina e do acompanhamento clínico geral. As orientações sobre bons hábitos de vida também são revistas e discutidas durante a consulta.

Medicina do viajante

A Medicina do viajante baseia-se na avaliação médica de quem vai fazer uma viagem, considerando sua condição clínica, seu histórico de vacinas, as condições a que poderá se expor durante a viagem, juntamente com a análise minuciosa do seu roteiro. O objetivo é minimizar o risco de doenças durante ou após a viagem.

O objetivo da consulta é a preparação do viajante para que ele possa se divertir ou realizar seu trabalho ou estudo durante a viagem com o menor risco possível de adoecer. Para isso, são feitas recomendações sobre o uso de certas vacinas, medicamentos a levar e outras medidas simples para preservar a saúde, como o cuidado com alimentos e água. É importante que a consulta seja marcada de 6 a 8 semanas antes da viagem.

Assim você e seu roteiro poderão ser minuciosamente avaliados pelo médico. E não se esqueça: algumas vacinas podem demorar algum tempo até começarem a fazer o efeito de proteção desejado, daí a importância de se agendar a consulta com antecedência!

É bom lembrar que, à medida que se torna mais fácil viajar, muitas pessoas com condições especiais de saúde necessitarão de uma preparação mais específica para suas viagens: são os viajantes idosos, mulheres gestantes, pacientes com doenças crônicas como asma, diabetes, doenças cardíacas, doenças de pele, doenças digestivas. Estes viajantes muitas vezes nunca tiveram seus calendário vacinais checados ou atualizados na vida adulta. Caso você fique doente ao voltar de uma viagem, marque sua consulta para avaliação médica. Nestes casos, é comum que o viajante tenha adquirido uma doença infecciosa. Quanto antes você for avaliado, mais preciso será seu diagnóstico e mais eficaz será o tratamento.

Atendimento

Consulta pré-viagem

Consulta Pós-Viagem

Orientação vacinal

Apesar de causar muito medo – em crianças e adultos – as vacinas possuem uma grande importância para a saúde pública. Por isso, é fundamental acompanhar o calendário de vacinação e não perder nenhuma campanha de vacinação. As vacinas ajudam o organismo humano a ficar protegido de vírus e bactérias causadores de doenças. Talvez algumas pessoas não saibam, mas há certos tipos de vacina que são administradas por via oral, além das famosas injeções que são aplicadas no braço, ou em outras regiões do corpo.Cada faixa etária tem suas necessidades específicas, inclusive de vacinação. E o comportamento de cada indivíduo afeta a todos os outros. A pessoa vacinada não apenas está se protegendo, como também está contribuindo para diminuir a circulação de vírus e bactérias causadores de doenças que podem afetar as pessoas à sua volta -seus filhos, seus pais, seus avós, seus amigos – especialmente àquelas em situação de maior fragilidade e risco.

Diagnóstico

Manejo clínico de pacientes imunossuprimidos ( Transplante de Células Tronco hematopoiéticas (TCTH) Transplante de Rim Transplante de Fígado Transplante de Coração Transplante de Pulmão Oncologia Reumatologia ) acometidos de processos infecciosos agudos ou crônicos.

Controle de infeções hospitalares

Em 1941, o Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido (UK Medical Research Council - MRC) produziu um memorando recomendando aos hospitais que indicassem um profissional em tempo integral para supervisionar as infecções transmitidas internamente. Na Europa os primeiros registros, em nível de resolução para controle de infecção, foram em 1972. Publicada pelo Conselho Europeu (Council of Europe), sobre higiene hospitalar. A resolução requeria a todos os países membros, a implantação de comissões de controle de IH nos hospitais, como uma medida definitiva para a prevenção dessas infecções. No Brasil pode se dizer que a preocupação com IH teve seu início em 1980, com a morte do presidente da época, Tancredo Neves, devido a uma infecção generalizada. Foi nesse período que as infecções nos hospitais e seus riscos passaram a fazer parte de anúncios na mídia.

Atualmente o termo “infecção hospitalar” foi substituído por “infecção relacionada á assistência à saúde” (IRAS), por abranger demais serviços que prestam algum tipo de assistência ao paciente não hospitalizado. Porém as deliberações em prevenção e controle não mudaram.

Nosso serviço elaborar, implementar, mantém e avalia o programa de Controle de Infecção Hospitalar, conjunto de ações desenvolvidas deliberada e sistematicamente, com vistas à redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares.

Controle de Antimicrobianos

O uso indiscriminado de antibióticos pode alterar a resistência das bactérias que causam doenças e tornar o medicamento ineficaz no seu combate. Além de dificultar o tratamento, isso também pode afetar outras bactérias que ajudam o nosso organismo a funcionar corretamente.

O fato das bactérias se tornarem resistentes ao antibiótico é normal e esperado em tratamentos médicos. Mas a maneira como os antibióticos são usados indiscriminadamente pode acelerar o tempo que leva para esses micro-organismos se tornarem resistentes e deixarem de responder ao tratamento.

Elaboramos programa de uso racional de antimicrobianos em instituições de saúde, ações destinadas a racionalizar a prescrição destas drogas, variando de simples avaliações do consumo global a complexos processos de assessoria, padronização de condutas e medidas intervencionistas.

O objetivo primordial de um programa de controle e uso racional de antimicrobianos em instituições de saúde é:

Além disso, em função da grande participação dos antimicrobianos no conjunto dos gastos assistenciais, em especial em instituições de alta complexidade, tal programa pretende reduzir os custos diretos com essas medicações e aqueles secundários à seleção de flora microbiana multirresistente, como a maior utilização de procedimentos invasivos e exames complementares e o menor giro dos leitos hospitalares.

Infectologia Hospitalar

Atualmente o termo “infecção hospitalar” foi substituído por “infecção relacionada á assistência à saúde” (IRAS), por abranger demais serviços que prestam algum tipo de assistência ao paciente não hospitalizado. Porém as deliberações em prevenção e controle não mudaram.

Nosso serviço elaborar, implementar, mantém e avalia o programa de Controle de Infecção Hospitalar, conjunto de ações desenvolvidas deliberada e sistematicamente, com vistas à redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares.

Infectologia Homecare

A consulta na casa do paciente tem como objetivo realizar diagnóstico, esclarecer dúvidas e também orientar sobre condutas que devem ser adotadas visando o bem-estar e a segurança do paciente e sua família. Avaliar um paciente em seu domicílio, permite vê-lo dentro de um contexto mais completo, a sua interação com seu ambiente e familiares, facilitando ao médico o entendimento desta relação e interpretar as condições que interferem em sua saúde atual.

Clínica de Diálise

Hemodiálise é um procedimento através do qual uma máquina limpa e filtra o sangue, ou seja, faz parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos. Também controla a pressão arterial e ajuda o corpo a manter o equilíbrio de substâncias como sódio, potássio, uréia e creatinina.As sessões de hemodiálise são realizadas geralmente em clínicas especializadas ou hospitais.Elaboramos programas de controle de Infecção em serviços de Diálise com foce em AcidentescomMateriaisBiológicosePGRSS Reprocessamento de artigos: dialisadores e linhas Limpeza e Desinfecção de Pisos, Superfícies e Equipamentos Otimização do Uso de Antimicrobianos Eventos Adversos, Controle de Disseminação de Microrganismos (MRSA,VRE,Tuberculose, entre outros).

Convênios exclusivos para atendimentos via Consultório:

Lista de convênios:

HIV

O vírus da imunodeficiência humana HIV ataca o sistema imunológico do corpo, especialmente as células CD4 (células T), que ajudam o sistema imunológico a combatar as infecções. Não tratada, o HIV reduz o número de células CD4 (células T) no corpo, tornando a pessoa mais propensa a obter outras infecções ou câncer relacionado à infecção. Atualmente não existe uma cura eficaz, mas com cuidados médicos adequados, o HIV pode ser controlado. O tratamento do HIV é uma ferramenta única na resposta à AIDS, prevenindo doenças , evitando novas infecções e diminuindo óbitos pela doença. Existem outras maneiras de prevenção como a profilaxia Pré-Exposição (PrEP, do inglês Pre- exposure prophylaxis) e profilaxia pós-exposição (PEP), que consistem no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de infecção pelo HIV. 

A PEP, é um tratamento com terapia antirretroviral (TARV) por 28 dias para evitar a sobrevivência e a multiplicação do HIV no organismo de uma pessoa. Ela é indicada para as pessoas que podem ter tido contato com o vírus em alguma situação, tais como:

Para funcionar, a PEP deve ser iniciada logo após a exposição de risco, em até 72 horas.

Já para a PrEP o efeito protetivo só começa após o sétimo dia de uso diário do medicamento para as relações envolvendo sexo anal e após 20 dias para as relações envolvendo sexo vaginal.

As pessoas que estão infectadas com o HIV às vezes tentam suplementos dietéticos que afirmam impulsionar o sistema imunológico ou neutralizar os efeitos colaterais de medicamentos anti-HIV.

Suplementos que podem ser úteis:

Acetyl-L-carnitine: Os pesquisadores usaram acetil-L-carnitina para tratar a dor nervosa em pessoas com diabetes. É possível que a acetil-L-carnitina possa ajudar a dor do nervo ligada ao HIV. Mas pode ser útil apenas se você já é deficiente em Acetyl-L-carnitine.

Whey protein: Evidências preliminares indicam que a proteína de soro de leite, um subproduto de queijo, pode ajudar algumas pessoas com HIV a ganhar peso. A proteína do soro de leite também parece reduzir a diarréia e aumentar a contagem de CD4.

Suplementos que podem ser perigosos:

Erva de São João: Comumente usado para combater a depressão, a erva de São João pode reduzir a eficácia de vários tipos de drogas anti-HIV em mais de 50%.

Suplementos de alho: Embora o alho possa ajudar a fortalecer o sistema imunológico, os suplementos de alho também interagem com vários medicamentos contra o HIV - reduzindo sua eficácia em 50%. Ocasionalmente, comer alho na comida parece ser seguro.

Certifique-se de discutir o uso de qualquer suplemento dietético com seu médico.

Hepatites

A hepatite B é uma infecção hepática causada pelo vírus da hepatite B (VHB). A hepatite B é transmitida quando sangue, sêmen ou outro fluido corporal de uma pessoa infectada com o vírus da Hepatite B entra no corpo de alguém que não está infectado. Isso pode acontecer através do contato sexual; compartilhando agulhas, seringas ou outros equipamentos de injeção de drogas; ou da mãe ao bebê no nascimento. Para algumas pessoas, a hepatite B é uma doença aguda ou de curto prazo, mas para outros, ela pode se tornar uma infecção crônica de longo prazo. O risco de infecção crônica está relacionado à idade na infecção: aproximadamente 90% dos bebês infectados ficam cronicamente infectados, em comparação com 2% a 6% dos adultos. Hepatite B crônica pode levar a sérios problemas de saúde, como cirrose ou câncer de fígado. A melhor maneira de prevenir a hepatite B é se vacinar. A hepatite C é uma infecção hepática causada pelo vírus da hepatite C (HCV). A hepatite C é um vírus transmitido pelo sangue. Hoje, a maioria das pessoas fica infectada com o vírus da hepatite C, compartilhando agulhas ou outros equipamentos para injetar drogas. Para algumas pessoas, a hepatite C é uma doença de curto prazo, mas para 70% a 85% das pessoas infectadas com hepatite C, ela se torna uma infecção crônica de longo prazo. Hepatite C crônica é uma doença grave que pode resultar em problemas de saúde a longo prazo, até a morte. A maioria das pessoas infectadas pode não estar ciente de sua infecção porque não estão clinicamente doentes. Não há vacina para a hepatite C. A melhor maneira de prevenir a hepatite C é evitando comportamentos que podem espalhar a doença, especialmente drogas injetáveis. O HCV é transmitido de forma menos eficiente por exposição de mucosas ou contato com uidos corporais. A transmissão sexual ocorre principalmente em pessoas com múltiplas parcerias e com práticas sexuais desprotegidas. A coexistência de alguma infecção sexualmente transmissível (IST), incluindo o HIV, constitui relevante facilitador para a transmissão.

Sífilis

O sífilis é uma infecção sexualmente transmissível que pode causar sérios problemas de saúde se não for tratada. A sífilis é dividida em estágios (primário, secundário, latente e terciário). Uma pessoa com sífilis primária geralmente tem feridas ou feridas no local original da infecção. Essas feridas geralmente ocorrem em ou ao redor dos órgãos genitais, em torno do ânus ou do reto, ou dentro ou ao redor da boca. Essas feridas geralmente são (mas nem sempre) firmes, redondas e indoloras. Os sintomas da sífilis secundária incluem erupção cutânea, linfonodos inchados e febre. Os sinais e sintomas da sífilis primária e secundária podem ser leves e podem não ser notados. Durante a fase latente, não há sinais ou sintomas. A sífilis terciária está associada a graves problemas médicos. Um médico geralmente pode diagnosticar a sífilis terciária com a ajuda de testes múltiplos. Pode afetar o coração, o cérebro e outros órgãos do corpo.

Infecções em pacientes oncológicos

As infecções estão entre as complicações mais comuns, potencialmente graves do câncer e seu tratamento. Os em tratamento contra o câncer estão em risco de desenvolver infecções que podem levar a hospitalização, interrupções de quimioterapia e até a morte. As as principais infecções incluem neutropenia febril, pneumonia, infecções associadas ao cateter e infecções gastrointestinais (diarréia associada ao Clostridium difficile e tiflite). Um programa de prevenção de infecção é extremamente importante para reduzir os riscos de infecções adquiridas na comunidade e infecções adquiridas no ambiente hospitalar.

Pé Diabético

Pessoas com diabetes podem desenvolver muitos problemas nos pés. Mesmo os problemas comuns podem piorar e levar a sérias complicações. Os problemas nos pés geralmente ocorrem quando há dano no nervo, também chamado de neuropatia. Isso pode causar formigamento, dor (queima ou picada) ou fraqueza no pé. Também pode causar perda de sensação no pé, para que você possa feri-lo e não saber disso. Um fluxo sanguíneo inadequado ou mudanças na forma de seus pés também podem causar problemas. O comprometimento do suprimento de sangue por doença microvascular, muitas vezes em associação com a falta de sensibilidade devido à neuropatia, predispõe pessoas com diabetes mellitus a infecções nos pés. Essas infecções abrangem o espectro, desde celulite superficial simples até osteomielite crônica.

Pneumonia

A pneumonia é uma infecção causada pela presença de bactérias, fungos ou vírus no pulmão, podendo acometer os alvéolos pulmonares e os brônquios. A doença não possui uma carga viral alta, dessa forma, ela não costuma ser facilmente transmissível.

A queixa mais comum entre os pacientes é a tosse. Outros sintomas comuns nesses casos são febre alta, dor na região torácica, mal-estar, falta de ar, secreção, excesso de toxinas no sangue, fraqueza e alteração na pressão arterial.

Para auxiliar no diagnóstico, a radiografia torácica é uma excelente opção, pois o exame auxilia na avaliação do pulmão. O tratamento é feito com antibióticos e remédios que impossibilitam o progresso do quadro. Além disso, é recomendado o repouso.

Infecção Urinária

Uma doença comum entre as mulheres, devido ao tamanho da uretra e sua proximidade com a vagina e com o ânus - locais onde as bactérias atuam - a infecção urinária se apresenta como um desconforto ao urinar, podendo causar dor e sensação de queimação.

É causada pela presença de fungos e bactérias nas fezes, que vão para o canal urinário. Os sintomas são:

- ardor ao urinar;
- pressão ou dor na barriga;
- vontade excessiva de urinar;
- urina escura, com sangue ou cheiro diferente;
- febre.

Infecção de péle e partes mole

A pele é o maior órgão do corpo humano e é responsável pela proteção dos órgãos internos. As infecções cutâneas podem ser simples - como uma Foliculite - ou, em casos mais graves, gerar uma necrose na região.

Carbúnculos, Ectima, Eritrasma, Foliculite, Furúnculos, Impetigo, Linfadenite e abcessos são exemplos de infecções leves na pele. Dentre as mais graves, estão: Celulite, Erisipela, Linfangite, Síndrome da pele escaldada por Estafilococos, Necroses, Infecções em feridas e Grandes abscessos e Infecções necrosantes da pele são exemplos de possíveis complicações.

As principais queixas dos pacientes em casos de infecções de pele e de peles moles são eritema local, dor, calor e febre. Esses indícios podem aparecer no local ou podem se expandir, atingindo outras regiões da pele.

Termos de uso

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