Sinusites recorrentes merecem uma avaliação que vá além do tratamento de cada crise.
É importante diferenciar episódios infecciosos recorrentes de sintomas provocados por rinite, alergias, alterações anatômicas ou outros problemas das vias respiratórias superiores.
A frequência dos episódios, a duração dos sintomas, a resposta aos tratamentos e a presença de sinais de alerta ajudam a definir quando é necessário investigar mais profundamente.
Em pessoas com infecções recorrentes, também pode ser importante avaliar se existe um fator predisponente, incluindo alterações da resposta imunológica.
O objetivo não é apenas tratar a próxima sinusite, mas entender por que ela continua voltando.