HPV

A Vacina Reduz o Risco de Miocardite

A dose pediátrica foi desenvolvida especialmente para crianças e contém o mesmo princípio ativo da vacina Pfizer para adultos, mas é 2/3 menor que a usada por pessoas com 12 anos ou mais.

A dose pediátrica é de 10 microgramas (concentração de mRNA é 0,1 mg/mL), enquanto a dose normal é de 30 microgramas (concentração de mRNA é 0,5 mg/mL).

A dose pediátrica foi desenvolvida especialmente para crianças e contém o mesmo princípio ativo da vacina Pfizer para adultos, mas é 2/3 menor que a usada por pessoas com 12 anos ou mais. A dose pediátrica é de 10 microgramas (concentração de mRNA é 0,1 mg/mL), enquanto a dose normal é de 30 microgramas (concentração de mRNA é 0,5 mg/mL).

Muitos pais estão com medo de vacinar seus filhos pelo risco de miocardite. Esses estudos mostram EVIDÊNCIAS que a vacina reduz a possibilidade de miocardite, porque a chance de miocardite viral pela infecção natural é muito maior. Algumas pessoas optam por deixar a criança ter a infecção porque é leve, o que em essência é verdade, não suporta a tese de que a infecção faz menos mal que a vacina. Os dados estão aí (EVIDÊNCIAS). Estudos mostram até 6 vezes mais miocardite pela infecção viral que pela vacina.

Ao vacinar se reduz em 6 VEZES a chance de miocardite, além das outras complicações do vírus, como síndrome inflamatória multissistêmica e desencadeamento de doenças autoimunes, como diabetes..

Houve um aumento de internações por dia, com diagnóstico de Covid-19, de 2020-2021, desde a COVID-19 Original até a Ômicron.

Percebe-se que nesse período o número de internações por Ômicron subiram muito, isso prova que a nova variante aumenta sim, o risco de infecções em crianças e a chance delas serem internadas.

Diferente da primeira forma do Sars-Cov, que não tinha casos de infecções em crianças, a Ômicron tem. Portanto, aquele discurso usado do porquê as crianças não deveriam ficar sem ir à escola, cai por terra. O vírus é outro! Não podemos comparar aquele momento e aquelas orientações, o discurso do início da pandemia, com o momento que estamos vivendo agora.

O (CDC, Centros de Controle e Prevenção de Doença) faz uma associação entre a vacina e a miocardite confirmado pós-vacina, tanto após primeira quanto segunda dose em um universo de mais de 8 milhões de doses, onde somente 12 eventos foram confirmados. É muito raro, mas pode ocorrer. Ainda mais quando há uma crescente no número de pessoas recebendo a medicação.

Se você pegar a bula de qualquer remédio que dê para uma criança hoje, vai observar que lá existem possíveis efeitos colaterais que podem ser prevalentes ou raros. Quanto mais pessoas usando, maiores as chances de eventos raros acontecerem.

Então, vamos ter eventos raros associados à vacina? Sim! Assim como temos com as outras vacinas e com qualquer outras medicações que são dadas para as crianças.

Fonte: CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doença